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	<title>Infinity Energias - Mercado Livre de Energia - Setor Energético</title>
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	<description>Garantimos redução de custo com energia elétrica.</description>
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		<title>Desigualdade no setor elétrico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infinity Energias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 12:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ENERGIA ELÉTRICA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[SETOR ELÉTRICO]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Brasil brasileiro" e contraditório.<br />
Atualmente, eólicas offshore (geração de alto valor) é assunto prioritário pelo Governo, sendo que temos pessoas no país que não possuem eletricidade em casa... Até que ponto estamos avançando quando priorizamos o inconsistente "futuro melhor"? Não seria hora de focar no presente? Ou ao menos, aprender com o passado?! </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A desigualdade no Brasil (e no mundo) não é nenhuma novidade. O famoso livro de Thomas Piketty, O Capital do Século XXI, traz um argumento não tão novo, mas esclarecedor. <strong>Enquanto a taxa de rendimento sobre o capital for maior que a taxa de crescimento da economia, a desigualdade apenas aumentará.</strong> Tal frase, pode ser usada de maneira análoga para tantos outros pontos, como os subsídios e quem recebe. Os campeões nacionais brasileiros, como JBS e Odebrecht, ou as empresas X, receberam por tanto tempo crédito subsidiado. Enquanto os empreendedores sofriam para fazer negócios no país que figura na 124ª posição do ranking de facilidade de negócios global. Não que a taxa de juros seja um favorecimento aos mais ricos, mas quem acessa os seus rendimentos são os mais informados e maior capacidade de poupar.</p>



<p>A mesma analogia, pode ser utilizada para o setor elétrico. Hoje temos toda uma agenda renovável em curso no país. Inúmeros projetos em desenvolvimento e mais de 80gw protocolados na Aneel de solar e eólica (corrida ao subsídio). Super válido o ponto sustentável, mas todo esse investimento será subsidiado pela CDE¹. Com os incentivos às fontes renováveis recaindo diretamente sobre todos os consumidores do país em tarifas (ou encargos). Naturalmente que o mais rico também paga, mas ao pensarmos no percentual da renda mensal de uma pessoa, a tarifa acaba pesando muito mais no mais pobre, do que no mais rico. De maneira análoga, o imposto sobre consumo, faz o mesmo papel e o CDE¹, nada mais é que o mesmo. <a href="https://valor.globo.com/publicacoes/suplementos/noticia/2022/06/30/subsidio-vira-problema-com-fila-de-mais-de-3-mil-projetos.ghtml">[1]</a></p>



<p><em>¹</em><sub style=""><i>CDE: Conta de Desenvolvimento Energético &#8211; Encargo setorial destinado à promoção do desenvolvimento energético do Brasil, de acordo com a programação do Ministério de Minas e Energia (MME).</i></sub> </p>



<p>Recentemente, a mesma discussão caiu sobre a Geração Distribuída acerca do fim dos subsídios para a categoria. Sim, ela traz benefícios de rede pela sua descentralização, o que não precisamos nem discutir, mas será que ainda precisamos dos subsídios? Se realizarmos os cálculos de <em>payback</em>, podemos falar em um investimento relativamente pouco arriscado, com um <em>payback</em> de 5 a 7 anos, com uma placa que pode durar cerca de 20 a 25 anos. Ofertas no mercado financeiro para investimento já apareceram em IPCA +15%, ou algo semelhante. Enquanto isso, o consumidor segue pagando toda a conta dos investidores. <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/01/corrida-para-ter-subsidio-de-energia-solar-leva-ao-cadastramento-de-duas-itaipu-em-tres-meses.shtml">[2]</a></p>



<p><strong>Discutimos hoje eólicas offshore, sendo que ainda temos pessoas no país que não possuem eletricidade em casa. Mas esta questão de prioridades é normal no Brasil. </strong>Não temos educação básica, mas temos projetos de intercâmbio de universitários para fora do país. A ideia do governo ainda é utilizar a Petrobras para essa transição renovável <em>offshore</em> (que é muito cara), dado que a Eletrobras foi privatizada e não poderá mais alimentar os desejos de nossos políticos.</p>



<p>No momento, temos ainda outras duas discussões importantes. A primeira, sobre o fato de que o término da amortização de Itaipu terminar no ano anterior, impactaria em uma queda nas tarifas para o consumidor. Mas nada disso&#8230; O diretor-geral de Itaipu Enio Verri deixou isto muito claro ao dizer que a modicidade tarifária não será prioridade para o caixa disponível e sim “projetos sociais”. Quais projetos? O que farão? Mais um orçamento secreto em curso&#8230; &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
<cite><em>“A questão da escolha de modicidade tarifária ou de investimentos em políticas sociais está ligada a uma análise de conjuntura. Neste momento, com o resultado do governo passado, temos que ajustar a crise social que vivemos. Pode ser que daqui 2 ou 3 anos nossa prioridade seja a modicidade tarifária”</em> <br><strong>Enio Verri</strong> <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2023/04/19/tarifa-de-itaipu-deveria-ser-mais-baixa-sem-dvida-da-construo-dizem-consumidores.ghtml">[3]</a></cite></blockquote>



<p>A segunda, tem como pano de fundo a Light. A responsável pela concessão de distribuição do Rio de Janeiro tem que instalar caixas de medição à prova de fuzil e convive com roubos sistemáticos de energia mês após mês. Seus índices de perdas não técnicas são altíssimos perto do <em>benchmark</em> instaurado pela Aneel. Isso prejudica a empresa significativamente e ainda recai sobre a tarifa do consumidor. Afinal, alguém sempre tem que pagar a conta. <a href="https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2022/06/para-combater-furto-de-energia-light-bota-blindagem-que-resiste-a-tiro-de-fuzil-em-equipamentos.ghtml">[4]</a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>PDE 2031 | Quadro Comparativo: PDE 2031 x PDE 2030</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PDE2031-1-1024x561.png" alt="" class="wp-image-4423" width="655" height="359" srcset="http://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PDE2031-1-1024x561.png 1024w, http://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PDE2031-1-300x164.png 300w, http://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PDE2031-1-768x421.png 768w, http://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PDE2031-1.png 1174w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: EPE</figcaption></figure></div>


<p>Minha crítica aqui não é ao capitalismo ou aos investidores, mas sim à <strong>desenfreada obsessão de se priorizar o futuro</strong>, sendo que nem o passado está pavimentado<strong>. </strong>Eu digo pavimentado, para fazer uma analogia que em alguns dos bairros mais nobres da cidade, ainda temos ruas de paralelepípedo, mas a prioridade é criar um aplicativo para rivalizar com o Uber (!?). Ou quando o Governo bate tanto no presidente do Banco Central. Eles não conseguem entender que a inflação é muita mais danosa e pesa muito mais sobre os pobres, do que o próprio juro. Como diria Milton Friedman, <strong>a inflação é a taxação sem legislação.</strong> Governo deveria atuar nas falhas de mercado, e não distorcê-las, mas infelizmente a realidade é bem distante disto.</p>
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		<title>Do céu ao inferno: perspectiva para a dinâmica fiscal brasileira</title>
		<link>http://www.infinityenergias.com.br/perspectiva-para-a-dinamica-fiscal-brasileira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infinity Energias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 18:39:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda os principais desafios para o país daqui para frente. A dinâmica fiscal vinha melhorando, mas hoje pode ser um ponto de atenção.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A dinâmica da dívida pública brasileira em relação ao PIB melhorou ao longo de 2021. Nesse período o setor público registrou um superávit primário de R$ 64,7 bilhões. A elevação dos preços das commodities contribuiu para melhorar a receita pública. Além disso, a inflação também colabora para elevar a arrecadação do governo.</p>



<p>Contudo, de modo relativamente rápido, um dos principais desafios para o país daqui para frente passou a ser justamente a dinâmica fiscal, que até o momento vinha melhorando.</p>



<p>A perspectiva negativa ganhou tração justamente com a implementação da redução das alíquotas de ICMS de bens e serviços essenciais prevista na Lei Complementar 194 e da aprovação da PEC das bondades/kamikaze.</p>



<p>O Itaú BBA, por exemplo, que antes projetava que o resultado primário seria nulo em 2022, agora acredita que ele será de R$ 40 bilhões (0,4% do PIB). Já o Banco Bradesco, esperava um resultado primário positivo de R$ 74 bilhões e agora projeta um déficit de R$ 18 bilhões.&nbsp; A expectativa para 2023 também foi revisada de modo negativo.</p>



<p>Com isso, de acordo com os cálculos do Bradesco, a dívida pública mesmo em um cenário de cumprimento do teto dos gastos nos próximos anos deve atingir níveis próximos a 90% do PIB em 2027. Esse cenário pode ser ainda pior caso as desonerações ganhem caráter permanente (gráfico abaixo ilustra as projeções retiradas do relatório Destaque Depec-Bradesco no dia 22 de junho de 2022).</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Gráfico 1: Dívida pública &#8211; Cenários alternativos</strong><br>Com teto de gastos (Selic: 7%; PIB potencial: 1,7%)</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Capturar11-1024x446.png" alt="" class="wp-image-1909" width="683" height="297" srcset="http://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Capturar11-1024x446.png 1024w, http://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Capturar11-300x131.png 300w, http://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Capturar11-768x335.png 768w, http://www.infinityenergias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Capturar11.png 1092w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p>Nesse sentido, as medidas fiscais adotadas pelo governo contribuem para melhor perspectiva de crescimento e inflação em 2022. Entretanto, elevam a projeção de inflação para 2023. De maneira geral, o panorama a longo prazo será de piora, visto que a deterioração das contas públicas nos fará conviver com a taxa de juro real mais elevada, o que contribui para menor crescimento da economia brasileira.</p>
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